Embora o sistema
de urnas eletrônicas ser muito eficaz no país, há controvérsias quando se trata
de sigilo absoluto em relação ao voto pessoal, pois apesar de parecer completamente seguro, alguns
afirmam que, apesar de o sistema ser digitalizado, poderia sofrer algum tipo de
fraude ou invasão, porém não há como negar a agilidade do aparelho em relação à
organização e rapidez do processo eleitoral.
Pois bem, no Rio de Janeiro, durante o evento "A Urna
Eletrônica é Confiável?", um rapaz afirmou ter manipulado os resultados
dos votos na Região dos Lagos, Rio de Janeiro, antes
mesmo de serem enviados ao TRE.
Rangel, o hacker causador desse transtorno alegou ter
trabalhado em parceria com
outras pessoas e também disse ter acesso direto à rede da Oi, cuja empresa
fornece apoio para a Justiça Eleitoral do Rio.
“A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os
resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos
dados já foram transmitidos, atuamos… Modificamos os resultados mesmo quando a
totalização está prestes a ser fechada”, afirmou Rangel.
O hacker já prestou depoimento à Policia Federal, no
entanto, ninguém está dando a devida importância para a gravidade do caso e a
notícia não foi divulgada oficialmente, pois segundo Fernando Peregrino, esse
crime ”atinge a essência da própria democracia no Brasil”.
Por que o governo brasileiro não tomou como exemplo os
EUA, Venezuela e Holanda? Nesses países, o canhoto que comprova o voto do
indivíduo é impresso pela urna e há como realizar uma
“segunda contagem”, caso haja suspeita de fraude.
Fonte: Hypescience
E você, pensa que o Brasil deve tomar alguma atitude ou
simplesmente esquecer o assunto e abafar o caso?