sexta-feira, 11 de setembro de 2026

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Prefeita de Almino Afonso-RN decreta emergência por seca, mas comunidades rurais enfrentam abandono de poços perfurados

A Prefeitura de Almino Afonso-RN decretou situação de emergência em áreas do município afetadas pela estiagem, classificando o desastre como seca. O Decreto nº 44/2026 foi assinado pela prefeita Dra. Jéssica Amorim (MDB) em 10 de setembro e publicado nesta sexta-feira (11/09/2026) no Diário Oficial dos Municípios do Rio Grande do Norte.

O decreto reconhece que o período chuvoso deste ano foi insuficiente para garantir água potável às comunidades rurais e admite que a zona rural não dispõe de açudes com capacidade para armazenar água destinada ao consumo da população. O documento também informa que a CAERN não possui viabilidade técnica para abastecer com água potável a zona rural do município.

Mas a emergência provocada pela estiagem também coloca em evidência um problema que precisa ser enfrentado pela administração municipal, ou seja, a falta de aproveitamento de poços perfurados nas comunidades rurais.

Segundo informações de moradores e relatos locais, quase a totalidade dos poços perfurados na zona rural não teria sido efetivamente concluída. Em muitos casos, os poços não receberam o revestimento necessário nem foram equipados com bombas para permitir a captação da água.

O resultado, segundo os relatos, é ainda mais preocupante. Poços que poderiam representar uma alternativa para o abastecimento das famílias permanecem sem utilização e, em alguns casos, a falta de revestimento teria provocado o desmoronamento das barreiras internas, levando ao entupimento das perfurações.

A perfuração é apenas uma etapa. Para que um poço cumpra sua finalidade, são necessários procedimentos como revestimento adequado, proteção, instalação do sistema de bombeamento e demais estruturas necessárias para disponibilizar a água à população.

Por isso, a pergunta que precisa ser feita neste momento é direta: quantos poços foram perfurados na zona rural de Almino Afonso-RN, quanto foi gasto nessas perfurações e quantos estão atualmente funcionando?

Também é necessário saber quantos poços estão abandonados, quantos foram danificados ou entupidos e quanto seria necessário para recuperá-los e colocá-los em funcionamento.

A declaração de emergência estabelece uma nova urgência para a administração municipal. Se a população rural não possui condições financeiras para arcar individualmente com revestimento, bombas, equipamentos e instalação dos poços, não é razoável esperar que famílias de baixa renda solucionem sozinhas um problema que envolve segurança hídrica e interesse público.

É justamente nesse ponto que a Prefeitura precisa assumir sua parcela de responsabilidade e participar dos investimentos necessários para transformar as perfurações existentes em fontes efetivas de abastecimento para as comunidades rurais.

A emergência decretada tem validade de 180 dias, podendo ser prorrogada por igual período. O momento, portanto, exige mais do que a distribuição emergencial de água, exige também planejamento, recuperação da infraestrutura existente e investimentos permanentes em segurança hídrica.

A situação de emergência pode até ser provocada pela estiagem, mas a vulnerabilidade da população rural não pode ser tratada como um fenômeno exclusivamente climático. A falta de infraestrutura, a ausência de investimentos permanentes e o eventual abandono de poços perfurados também precisam entrar na discussão.

Mais do que reconhecer a emergência no papel, a Prefeitura precisa apresentar um plano concreto para que cada poço que ainda possa ser recuperado seja colocado em funcionamento e a água chegue efetivamente a quem precisa.

Faro e pegadas...


quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Morador denuncia abandono e decide limpar rua com as próprias mãos em Almino Afonso-RN


Morador do bairro Manoel Nascimento de Paiva, em Almino Afonso-RN, decidiu fazer com as próprias mãos aquilo que, segundo ele, a Prefeitura não faz há mais de um ano, ou seja, limpar a rua onde mora.

Em um áudio gravado ao amanhecer e divulgado nas redes sociais, enquanto realizava a limpeza da própria rua, o morador demonstrou indignação com a situação de abandono. Segundo ele, o local está há mais de um ano sem receber serviços de limpeza por parte da Prefeitura. “Faz mais de ano que aqui ninguém vê limpeza aqui. Aí nós temos que limpar”, relatou.

O problema não seria apenas o aspecto visual. O mato alto e acumulado cria condições para a proliferação de ratos, insetos e outros animais, além de aumentar o risco de aparecimento de cobras nas proximidades das residências.

“Então vai virar uma mata, pronto. Cobra aparecendo de todo lado aqui”, reclama o morador.

A situação relatada no bairro Manoel Nascimento de Paiva, porém, não parece ser um caso isolado. Outras ruas da cidade também apresentam problemas semelhantes, com mato, lixo, esgotos a céu aberto e animais (cachorros, gatos...) soltos, aumentando o desconforto e a sensação de abandono entre moradores.

A manutenção dos espaços públicos e a prestação dos serviços de limpeza urbana estão entre as responsabilidades da administração municipal. A população contribui para a manutenção desses serviços por meio de impostos e taxas municipais e, portanto, tem o direito de cobrar uma cidade limpa, organizada e com condições adequadas de saúde e segurança. Diante desse cenário, a cobrança recai diretamente sobre a gestão da prefeita Dra. Jéssica Amorim (MDB).

Mais do que reclamar da sujeira, os moradores querem saber quando a Prefeitura vai deixar de esperar que a própria população resolva problemas que são de responsabilidade do município.

Enquanto isso, em algumas ruas de Almino Afonso-RN, quem deveria estar recebendo o serviço público acaba tendo que pegar a enxada e fazer o trabalho por conta própria.

Vergonha!


quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Postes sem luminárias deixam ruas e comunidades rurais às escuras e aumentam a sensação de insegurança em Almino Afonso-RN

A falta de iluminação pública continua sendo motivo de reclamação entre moradores de Almino Afonso-RN. Postes sem luminárias ou com iluminação deficiente podem ser encontrados tanto na zona urbana quanto nas comunidades rurais, deixando diversos trechos do município completamente às escuras durante a noite.

Um dos exemplos está na Rua Olívia Carlos, no perímetro urbano, na região conhecida como Centro/Pé de Serrote. O poste registrado por moradores evidencia a situação enfrentada por quem precisa circular pelo local no período noturno.

A escuridão compromete a segurança, a mobilidade e a tranquilidade dos moradores. Ruas pouco iluminadas dificultam a identificação de pessoas e veículos, aumentam o risco de acidentes e contribuem para a sensação de insegurança, especialmente para quem precisa caminhar ou trafegar à noite.

Nas comunidades rurais, a situação pode ser ainda mais preocupante. Moradores dos sítios dependem das estradas e acessos durante a noite e também enfrentam pontos sem iluminação, o que aumenta a vulnerabilidade de quem retorna do trabalho, estuda ou precisa se deslocar para a cidade.

O problema chama ainda mais atenção porque a população paga a contribuição para o custeio da iluminação pública. Diante disso, os moradores esperam que o município mantenha as luminárias em condições adequadas e providencie a reposição nos postes que permanecem apagados.

As reclamações, segundo moradores, são recorrentes. A cobrança agora é para que os responsáveis saiam da inércia, façam um levantamento dos pontos sem iluminação e apresentem uma solução efetiva, tanto na cidade quanto na zona rural.

Enquanto isso não acontece, moradores de Almino Afonso-RN continuam pagando pela iluminação pública, mas, em muitos lugares, precisam enfrentar justamente o contrário: a escuridão.

Almino Afonso-RN: Confira a programação completa da festa do padroeiro Sagrado Coração de Jesus 2026

O berro...


Leilão virtual do Sagrado Coração de Jesus

Eles mandam... eu obedeço!


TJRN mantém condenação do Município de Almino Afonso-RN após paciente perder a visão em cirurgia de catarata

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) manteve a condenação do Município de Almino Afonso-RN após um paciente perder definitivamente a visão do olho direito em decorrência de uma infecção após cirurgia de catarata realizada no Hospital Maternidade Abel Belarmino de Amorim.

O procedimento ocorreu em 8 de abril de 2022. Dois dias depois, o paciente apresentou fortes dores e foi diagnosticado  com uma grave infecção ocular. Mesmo após passar por novo procedimento cirúrgico, perdeu a visão do olho direito.

A Justiça havia determinado o pagamento de R$ 40 mil por danos morais e R$ 13,5 mil por danos estéticos. O Município recorreu, mas a 2ª Câmara Cível do TJRN negou o recurso.

Segundo a relatora, desembargadora Lourdes Azevedo, as provas apresentadas demonstraram relação entre a cirurgia realizada na unidade hospitalar municipal e a infecção que causou a perda da visão.

O caso também levanta questionamentos sobre a segurança e os protocolos adotados nos procedimentos cirúrgicos da rede pública municipal. A decisão reconheceu o nexo entre o procedimento e os danos sofridos pelo paciente.

Brazil!


domingo, 6 de setembro de 2026

Escalas de trabalho expõem diferença entre a rotina do trabalhador e a dos políticos

A discussão sobre a escala 6x1, na qual trabalhadores do setor privado trabalham seis dias e têm apenas um dia de folga, ganhou força no país. No serviço público, de maneira geral, predomina a jornada 5x2, com cinco dias de trabalho e dois de descanso.

Quando a comparação chega ao Legislativo, porém, a realidade é bastante diferente - pelo menos no que diz respeito à realização das sessões parlamentares.

Enquanto milhões de trabalhadores(as) brasileiros(as) enfrentam a escala 6x1, com seis dias de trabalho para apenas um de descanso, a realidade da atividade parlamentar chama atenção pela diferença na frequência das sessões.

No Congresso Nacional, nas Assembleias Legislativas dos Estados e na Câmara Legislativa do Distrito Federal, as sessões concentram-se principalmente entre terça e quinta-feira. Considerando exclusivamente os dias de sessões, essa dinâmica pode ser comparada, de forma ilustrativa, a uma escala de 3x4 - três dias de trabalho (sessões) e quatro dias folga (sem sessões).

É fundamental esclarecer: isso não significa que deputados e senadores trabalhem somente três dias por semana, já que o mandato inclui outras atividades. E há outro ponto que merece atenção, ou seja, a cobrança de presença também segue regras diferentes.

O trabalhador da iniciativa privada que cumpre uma escala 6x1 - trabalha seis dias e folga um - precisa comparecer ao trabalho todos os dias previstos em sua jornada. Faltar sem justificativa pode resultar em consequências trabalhistas, conforme a legislação e as normas aplicáveis ao seu vínculo.

Já no Legislativo, a frequência formal às sessões é regulada pelos regimentos e pelas normas de cada Casa. Assim, a ausência injustificada em uma sessão pode gerar as consequências previstas nessas regras. Ou seja, não se trata de dizer que parlamentar não trabalha nos demais dias, mas de reconhecer que sua presença institucional é cobrada de maneira diferente daquela exigida do trabalhador comum.

E é justamente aí que está o incômodo de grande parte da população, ou seja, quem trabalha seis dias por semana, muitas vezes em jornadas exaustivas, não pode simplesmente escolher quais dias irá comparecer ao trabalho. O trabalhador falta e pode ser penalizado. O trabalhador chega atrasado e pode ser penalizado. O trabalhador precisa cumprir sua jornada para garantir o salário no fim do mês.

Em Almino Afonso-RN, o debate ganha um exemplo concreto. Na última sexta-feira, 4 de setembro de 2026, a sessão da Câmara Municipal não foi realizada por falta de quórum: apenas dois vereadores compareceram. No município, as sessões ordinárias acontecem uma vez por semana.

O episódio pode até estar dentro das regras regimentais, caso as justificativas e demais requisitos legais sejam observados. Mas estar dentro da regra não impede que a sociedade questione a regra, a postura e o compromisso político.

A população que paga impostos, trabalha, produz e sustenta a máquina pública também tem o direito de cobrar presença, responsabilidade, transparência e resultados dos seus representantes.

O que se questiona é a existência de dois pesos e duas medidas na forma como a sociedade encara o trabalho e a responsabilidade de quem é eleito para representá-la.

O debate está colocado, e a cobrança também. Se o trabalhador é obrigado a cumprir uma jornada rigorosa para garantir o próprio sustento, os representantes eleitos precisam estar à altura da responsabilidade que assumiram diante da população.

Não basta ocupar uma cadeira, receber remuneração e exercer prerrogativas. É preciso comparecer, participar e prestar contas à sociedade. O cidadão que paga impostos tem o direito de cobrar presença, compromisso e resultados de quem foi escolhido para representá-lo.

E a cobrança é direta: a mesma classe política que estabelece regras para a vida do trabalhador precisa ouvir a voz de quem enfrenta diariamente a escala 6x1. Não é razoável cobrar sacrifícios de quem trabalha enquanto se toleram privilégios e diferenças tão grandes na vida pública.

O trabalhador merece mais tempo para viver, descansar e estar com sua família. Por isso, a defesa é clara: fim da escala 6x1 e mais respeito a quem sustenta, com seu trabalho e seus impostos, o funcionamento do país.

S... T... F...


Se aparecer por aí... não dê água!

O mosquito Aedes aegypti continua sendo uma ameaça. Com o aumento dos casos de dengue, zika e chikungunya, é hora de redobrar a atenção e não baixar a guarda.

A prevenção começa na nossa rotina. Elimine água parada, mantenha quintais e recipientes limpos e faça a sua parte para proteger você, sua família e toda a nossa comunidade.

Achou água parada? Elimine!
Viu um possível criadouro? Acabe com ele!

Se aparecer por aí... NÃO DÊ ÁGUA!

Safados... stf


Almino Afonso-RN se prepara para o grande Abraço à Cidade neste domingo (06/09/2026)


Almino Afonso-RN se prepara para o “Abraço à Cidade e Motocarreata do Sagrado Coração de Jesus 2026”, neste domingo (06/09/2026).

A concentração acontece em frente à Igreja Matriz, a partir das 18h, com saída pelas principais ruas da cidade, anunciando a chegada da programação da Festa do Sagrado Coração de Jesus 2026.

Vista sua fé, reúna a família, chame os amigos e venha participar! Seja de moto, carro ou bicicleta, faça parte desse grande momento de fé, alegria e união da comunidade alminoafonsense.

É neste domingo! Vamos juntos abraçar Almino Afonso-RN e anunciar a Festa do Sagrado Coração de Jesus!

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

quinta-feira, 3 de setembro de 2026