O papa Francisco abriu a Igreja Católica para homossexuais, divorciados e
para as mulheres que fizeram o aborto. “A religião tem o direito de
exprimir sua opinião própria a serviço das pessoas, mas Deus na criação
nos fez livres: a ingerência espiritual na vida das pessoas não é
possível”, disse o papa em entrevista ao padre Antonio Spadaro, feita em
agosto (2013) e publicada pela revista jesuíta italiana La Civiltà
Cattolica. “Não podemos insistir somente sobre as questões ligadas ao
aborto, matrimônio homossexual e ao uso de contraceptivos. Isso não é
possível.”