Você, cidadão-eleitor, votaria em candidato(a) com ficha suja
ou que tem familia ficha suja? Esse questionamento ganha força com
a proximidade do dia do voto. A própria Igreja Católica entra no debate
ao lançar a campanha do voto limpo, em parceria com o Tribunal Superior
Eleitoral (TSE).
Em toda parte do Brasil, políticos que não tiveram zelo com o
dinheiro público, estão escondidos por trás de filhos e sobrinhos. Eles não
podem ser candidatos, mas lançaram os herdeiros. Em caso de vitória,
certamente, serão os “prefeitos” de fato. E, com certeza, vão meter a mão
no dinheiro do povo como já fizeram no passado.
Daí, o eleitor deve pensar muito bem antes de decidir o voto. Olhe o
perfil do candidato ou da candidata. Veja se ele ou ela tem vida pública
própria ou se são apenas conduzidos ou conduzidas pelos pais. Olhe se
o(a) candidato(a) construiu a sua própria biografia ou se entrou para
política pelas mãos dos país.
Essa avaliação é muito importante porque está em jogo o futuro de sua
cidade, o seu futuro. Portanto, a consolidação da Ficha Limpa não será
garantida apenas pela aplicação da lei na Justiça, mas, principalmente
pelo voto limpo. Políticos sujos estão representados por herdeiros. Cabe
o eleitor fazer a devida depuração. Com o voto limpo.